16/01/2017
XVIII Congresso Sulbrasileiro de Ginecologia e Obstetricia e III Congresso Sulbrasileiro de Mastologia

XVIII Congresso Sulbrasileiro de Ginecologia e Obstetricia e III Congresso Sulbrasileiro de Mastologia

Durante o XVIII Congresso Sul-Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia e III Congresso Sul-Brasileiro de Mastologia, realizado em Foz do Iguaçu, entre os dias 27 e 29 de outubro, a Dra. Rejane Maria Ferlin, abriu o Curso Intra-Congresso: Ultrassonografia em Ginecologia e Obstétrica.



1- Qual a importância do curso Intra-Congresso: Ultrassom em Ginecologia e Obstetrícia?

O ultrassom hoje faz parte da rotina da ginecologia e obstetrícia. É uma ferramente preciosa no diagnóstico de doenças, de alterações, e ajuda a condução do clínico. Então juntamente com a clínica, que é fundamental no tratamento do paciente, o ultrassom ele agrega valores para melhorar o diagnóstico. Então por isso, cada vez mais, nós temos uma frequência maior de pessoas com interesse nesta área. Não precisa ser especialista. Todos os médicos, até os clínicos se interessam.

 

2- Como foram escolhidos os temas abordados no Intra-Congresso?

Eles foram escolhidos conforme a relevância e a aplicabilidade diária. É um curso extremamente prático voltado para o dia a dia do ginecologista e obstetra.

 

3- Qual a sua avaliação da participação na sala?

Eu estou achando excelente! Nós tivemos a sala lotada, inclusive faltaram lugares. Nós temos vistos o interesse crescente dos ginecologistas e obstetras pelo ultrassom. É importante para eles se inteiraram do que é descrito em um laudo, como solicitar exames, como interpretar exames.... isso ajuda bastante na condução do caso clínico. Porque as vezes o ginecologista e obstetra recebe um laudo e, muitas vezes, ele não sabe como interpretar. Algumas coisas mais simples são de domínio diário, mas outras, algumas particularidades, nem sempre. O que nós temos visto aqui no curso é a presença de ginecologistas e obstetras, não só especialistas, mas clínicos que estão aqui pra tentar entender melhor os exames. E isso é muito, muito benéfico para as pacientes porque auxilia na condução dos casos.  

 

4- E sobre o Congresso como um todo, qual a sua avaliação?

Estou achando excelente. Sou suspeita porque sou uma das organizadoras! Mas toda a comissão científica, que tem uma grande experiência em eventos como este, está de parabéns. Toda a organização, toda a grade científica estão excelentes e é isso que o congressista busca para se atualizar da melhor forma possível. Em todas as salas que passei só ouvi elogios.

 

 




 

Confira a entrevista com o Dr. José Geraldo Lopes Ramos, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Ele concedeu entrevista à Sogipa durante  XVIII Congresso Sul-Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia e III Congresso Sul-Brasileiro de Mastologia, realizado em Foz do Iguaçu, entre os dias 27 e 29 de outubro.



1- A sua palestra foi sobre hipertensão na gravidez. O que o senhor passou para os participantes?

Eu abordei métodos para prevenir as complicações da hipertensão na gravidez durante a gestação. A hipertensão na gravidez é a maior causa de mortalidade materna em todo o Brasil e a gente tem alguns medicamentos que, eventualmente podem ser utilizados em algumas pacientes, não em todas, e que podem diminuir a frequência e as complicações da hipertensão.



2- A participação dos congressistas, na sua avaliação, foi boa?

A região sul é muito privilegiada porque nós temos médicos que participam bastante deste tipo de evento. O Congresso Sul-Brasileiro já é tradicional, dos três estados do sul, e ele congrega todas as especialidades da ginecologia e obstetrícia. Então vêm médicos de toda parte, e esses assuntos da ginecologia e obstetrícia são muito abordados por todos.



 

3- O que o senhor achou dos temas escolhidos para esta edição?

Os temas são os mais prevalentes. Nós temos dois tipos de temas que são escolhidos. Primeiro os mais comuns, que fazem parte do dia a dia da ginecologia e obstetrícia, e depois os temas de vanguarda, que são as situações onde a tecnologia que é estudada no mundo inteiro, e aí as pessoas que estudam essa tecnologia trazem a sua experiência para o Congresso. Assim nós tivemos, por exemplo, uma palestra sobre ressonância magnética em ginecologia e obstetrícia que demonstrou a sua eficácia e o seu uso durante as doenças da mãe, especialmente ao câncer de mama, tem técnicas novas de tratamento do câncer de mama, tem técnicas novas de fertilização e assistência a fertilização... Então foi um Congresso bastante abrangente.



4- Então estes Congressos são fundamentais para a atualização dos médicos?

Hoje a informação é muito rápida. A gente tem muita coisa na internet, muito trabalho de cooperação entre as Universidades. Então a informação, as vezes que a gente traz, ela já foi vista por alguém, mas falta a concisão. Outra questão importante são os contatos proporcionados pelo Congresso. Isso é muito importante para formar opiniões conjuntas e ter consensos de condutas e de tratamentos e formar parcerias de pesquisa. A educação tem que ser continuada sempre. Em medicina a gente nuca se forma!






         

 

O XVIII Congresso Sul-Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia e III Congresso Sul-Brasileiro de Mastologia, realizado em Foz do Iguaçu, entre os dias 27 e 29 de outubro, o Dr. Sheldon Rodrigo Botogoski, presidente do evento concedeu entrevista à Sogipa. Confira:



1- Qual a sua avaliação do Congresso?

Nosso objetivo era fazer uma interiorização do Congresso Sul-Brasileiro, ou seja, levar a informação científica para os profissionais que estão na região oeste do Paraná, de Santa Catarina. Mas até nos surpreendeu porque tivemos aqui pessoas de diversas partes do Brasil, inclusive do Acre, Mato Grosso do Sul, Ceará... isso foi muito gratificante.



2- Como o senhor avalia a participação, a interação, entre congressistas e palestrantes?

Um dos objetivos do evento é poder simplificar a informação científica dando ao nosso participante o conteúdo que ele possa levar pra casa e que ele possa usa-lo na prática do seu dia a dia, com seu paciente no consultório. E a gente tem visto realmente isso por aqui. E isso nos deixa muito felizes.



3- O Congresso de Mastologia acontece junto com o Congresso de Ginecologia pela terceira vez. Como o senhor avalia essa união no evento?

Realmente nos surpreendeu muito a procura do público pela área da Mastologia. E isso se justifica porque nós temos que ver a mulher com uma visão holística e não apenas em partes. Isso enriquece ainda mais o Congresso. Com esse pensamento, nós incluímos no evento um intra-congresso de ultrassonografia em ginecologia e obstetrícia.



4- Cada vez mais aprofundando o conhecimento e as possibilidades para os participantes?

Com toda certeza. Cada vez aprofundando mais e tornando o evento cada vez melhor, cada vez com ainda mais conteúdo de qualidade em diferentes áreas.



5- Muitos participantes elogiaram os temas científicos escolhidos para esta edição, como foi esta escolha?

Esta escolha foi feita através do nosso diretor científico, o professor doutor Almir Antônio Urbantz. Incansavelmente nós sentamos e diversas reuniões para que pudéssemos fazer realmente um evento científico que atraísse o público. Que os temas fossem realmente palpitantes e interessantes para a prática do dia a dia do médico ginecologista e obstetra.



6- Ficou satisfeito com a edição deste ano do Congresso?
Muito satisfeito. E gostaria de agradecer imensamente a todos os participantes e palestrantes do nosso XVIII Congresso Sul-Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia e III Congresso Sul-Brasileiro de Mastologia.


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